sexta-feira, 21 de março de 2014

Blog Lucas de Prado Kallas -O turismo na rota das cervejas

As cer vejas artesanais caíram no gosto do brasileiro. Prova disso é o crescimento da produção pelo país e o aumento do número de eventos e festivais

A exemplo da Serra Gaúcha (RS), que se firmou como destino turístico apostando em suas vinícolas, Blumenau e cidades vizinhas catarinenses passaram a atrair turistas criando um roteiro de visitação para 11 cervejarias da região, conhecido como a Rota da Cerveja. A rota, criada em 2005, leva o visitante a conhecer o processo de fabricação de cervejas, do preparo dos ingredientes ao processo de fermentação do líquido. As principais cervejarias estão nas cidades de Blumenau, Pomerode, Jaraguá do Sul e Timbó. A empresa Mobilize! Agência Digital disponibilizou um aplicativo gratuito pela internet com a localização e história das cervejarias.

De acordo com o secretário Nacional de Políticas de Turismo, Vinícius Lummertz, ao oferecer ao turista um produto típico da cultura, a região ganha ainda mais força turística. “Ao reforçarmos os atrativos da região, há um ganho indiscutível de competitividade para o destino”, afirma. Blumenau já promove a maior festa alemã do país, a Oktoberfest. O parque da Vila Germânica, onde é realizada a festa, tem capacidade para quase 38 mil pessoas e este ano ocorre de 3 a 20 de outubro.

Belo Horizonte também vem atraindo o turista interessado em cerveja. No próximo mês, a capital será sede do Minas MixBeer, entre 6 e 7 de setembro. O evento deve atrair cerca de 10 mil pessoas entre profissionais e apreciadores da cerveja. A Belotur, empresa de turismo da prefeitura de Belo Horizonte, pretende criar um roteiro de visitação às 18 cervejarias da capital, entre elas a Cervejaria Backer, que inaugura até o final do ano um parque cervejeiro aberto aos turistas. O espaço terá 4 mil m² e contará também com restaurante, espaço para eventos, loja de insumos para fabricação de chopes e cervejas. Em São Paulo também acontece um evento etílico, o Brasil Bier, no mercado central da cidade, de 3 a 8 de setembro.

terça-feira, 11 de março de 2014

Lucas Prado Kallas -Após prêmio, CBMM quer seguir como empresa número um do Brasil

Lucas Prado KallasNo prêmio Melhores de 2013, a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) foi eleita pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) a empresa número um do Brasil. Tadeu Carneiro, presidente da CBMM, esteve recentemente em Araxá. Ele recebeu a equipe do G1 na empresa e contou como foi 2013 e as expectativas para o "Projeto de 2015", que visa aumentar a produção da companhia até o próximo ano. Tadeu também falou um pouco das histórias sobre as conspirações em torno do nióbio que rondam o Brasil.
Com quase 70 anos no mercado, atualmente a CBMM, situada em Araxá, no Alto Paranaíba, é considerada empresa-modelo. Ao longo dos anos, a companhia desenvolveu tecnologias voltadas para a produção de nióbio e hoje é a única empresa que oferece ao mercado mundial quatro produtos do metal: ferro-nióbio, óxido de nióbio, ligas de nióbio e nióbio metálico.
“Algumas vezes as pessoas distorcem a realidade e esquecem dos esforços que são feitos dentro do programa do nióbio”. Foi assim que Tadeu começou a conversa dentro de uma sala de reunião na CBMM. Segundo ele, ao contrário do que muitos pensam, para chegar onde estão, pesquisas e tecnologias foram desenvolvidas na empresa para transformar o minério em produto de valor agregado, criando até mesmo melhores condições de trabalho aos funcionários da empresa.
Tadeu explicou que apesar da companhia ter a mineração como parte da cadeia produtiva, a produção envolve 15 etapas de processamento para vender produtos de nióbio de alto valor agregado. “Por mais que trabalhamos com mineração, não vendemos minério, daqui só sai produto pronto para a siderurgia”, disse.
Segundo ele a primeira etapa consiste em retirar o óxido de nióbio do minério e chegar ao concentrado. Porém, de acordo com o presidente, para chegar a este resultado são várias etapas. “O minério passa pela moagem, separação magnética, flotação, até chegar ao concentrado. Temos que retirar ainda o enxofre, fósforo e chumbo. Existem vários passos para chegar neste concentrado”, explicou.
A partir do concentrado, saem os produtos comercializados pela CBMM. O principal produto em vendas da companhia, segundo Tadeu, é o ferro-nióbio que representa quase 90% da comercialização. Este é o produto usado na indústria siderúrgica, que utiliza esta composição como elemento de liga de aço. O ferro-nióbio é utilizado na fabricação de pontes, gasodutos, oleodutos e automóveis. Tadeu explicou que é isso que deixa o aço mais resistente. Tadeu contou que existem pessoas que acreditam que o nióbio deixa o aço mais leve, o que não é verdade. “O aço não fica mais leve, o que fica mais leve é a estrutura, pois é utilizado menos aço na composição”, comentou.
Nos automóveis por exemplo, com a utilização do ferro-nióbio, a estrutura do veículo fica mais resistente e usando menos aço, consequentemente mais leve. “Isso faz com que o carro consuma menos combustível e polua menos o meio ambiente. O raciocínio para a quantidade de nióbio utilizado é de 400 gramas por tonelada de aço produzido”, explicou Tadeu.
CBMM procura mercado para produção de terras-raras
Outros produtos da companhia representam 13% das vendas. O níquel de nióbio é aplicado principalmente em turbinas. Segundo Tadeu Carneiro, esta aplicação permite que a turbinas trabalhem em altas temperaturas. Já o nióbio metálico é aplicado em campos magnéticos. De acordo com o presidente, ele é utilizado em tomógrafos de ressonância magnética. O quarto produto comercializado na companhia é o óxido de nióbio, que é utilizado em lente óticas, baterias e catalisadores.
Ao todo, a CBMM exporta para 60 países, com destaque para a China, que atualmente é o principal produtor de aço no mundo. Mas, segundo Tadeu, todos os países são importantes nesse processo. “Nosso programa é muito detalhado e toma conta de muitos países ao mesmo tempo”, comentou Tadeu.
Expectativa da mina
Muitos já foram os números que rondaram a expectativa de vida da mina da CBMM. Mas Tadeu explica que a real perspectiva vai depender de como o consumo possa aumentar. “Na verdade, nossa reserva ainda não é totalmente conhecida. Nossa mina tem duas partes, em uma delas, o minério é chamado de intemperizado, aquele que a natureza ao longo dos anos o enriqueceu, e abaixo desse minério existe uma rocha que nós fizemos três furos de 800 metros e não chegamos ao fim dela. Acreditamos que temos nióbio para mais de 200 anos, mas vai depender da demanda e de conhecermos a mina”, explicou Tadeu.
Nióbio não é raro
No Brasil, além da CBMM, uma companhia em Catalão (GO) também produz ferro-nióbio. No mundo,  Rússia, Canadá e Austrália são países onde também há empresas produtoras do metal. Porém, somente a CBMM produz os quatro produtos para o mundo. Segundo levantamento do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM),  existe nióbio em vários outros países, porém são locais não explorados. Entre os países que ainda não possuem estudos das minas estão: Angola, Arábia Saudita, Uganda, dentre outros.
Segundo Tadeu, diferente do que muitas pessoas acreditam, o nióbio não é raro. “Existem concentrações de nióbio em todo mundo para fazer com que ele não seja considerado raro, porém poucos investem em estudos para explorar a mina. O nióbio conhecido e medido está, talvez, só no Brasil”, comentou.
Tadeu contou que muitas pesquisas foram realizadas para chegarem a utilidade do nióbio, o que faz o mineral um elemento essencial na fabricação do aço, porém, de acordo com o presidente, isso pode mudar. “Existe uma solução tecnológica em que o nióbio se mostra a melhor solução em condições atuais, agregando valor para o custo. Porém, se houver necessidade de outra solução, existe, basta pesquisar. O que faz com que o nióbio não seja insubstituível”, disse.
Em relação ao contrabando do nióbio no Brasil, Tadeu disse que seria impossível. “Sai 70 mil toneladas por ano de produto final daqui, quantidade que seria impossível contrabandear, além de sermos uma companhia que é fiscalizada rigorosamente”, comentou.
Projeto 2015
A CBMM divulgou um projeto em 2010 que visa aumentar a produção da companhia de 70 mil toneladas anualmente para 150 mil. “Ao longo dos anos, vamos adequar os gargalos de cada uma das etapas de produção e devemos atingir 150 mil toneladas entre 2015 e 2016. E outra parte da expansão é onde se coloca o rejeito. O investimento desse projeto para a companhia será de cerca de R$ 1 bilhão. O plano continua em pé e estamos seguindo adiante”, comentou Tadeu Carneiro.
De acordo com ele, em 2013, a empresa produziu, porém não expandiu. "Não crescemos como esperávamos, mas não decrescemos. Para 2014 esperamos crescer por volta de 10%", contou.

G1

Lucas Prado Kallas -TNC está entre as instituições mais éticas de 2013

lucas prado kallasA The Nature Conservancy foi reconhecida como uma das organizações mais éticas de 2013 pelo Instituto Ethisphere, que se dedica à pesquisa e ao debate sobre as melhores práticas de ética empresarial, responsabilidade social corporativa, de anticorrupção e de sustentabilidade.
“Estamos honrados em receber essa importante distinção”, disse Charlotte D. Young, líder do departamento de Ética e Conformidade da TNC, nos Estados Unidos. “Acredito ser a comprovação do trabalho duro de todas as nossas equipes ao redor do mundo e seu compromisso com os valores da organização.”.
A premiação The World’s Most Ethical Companies (Empresas mais Éticas do Mundo) reconhece instituições que vão além do discurso, transformando suas propostas em ações concretas. Os indicados não só adotaram normas e procedimentos éticos em suas práticas internas, como influenciaram o desenvolvimento de padrões mínimos para a indústria em todo o mundo.
Para a edição de 2013, a Ethisphere analisou milhares de indicações de empresas em mais de 100 países, de 36 segmentos. A pesquisa resultou numa lista de 145 instituições, das quais 43 foram premiadas. A metodologia para o ranking das Empresas mais Éticas do Mundo inclui revisar códigos de ética, histórias de litígio e infrações regulatórias; avaliar o investimento em inovação e práticas de negócios sustentáveis; olhar para as atividades desenhadas para melhorar a cidadania corporativa; e estudar indicações de altos executivos, parceiros na indústria, fornecedores e clientes.
A The Nature Conservancy é guiada por cinco valores organizacionais: Integridade irrepreensível; Respeito por pessoas; Comunidades e culturas; Comprometimento com a diversidade; Uma única TNC; e Resultados tangíveis e duradouros. Esses valores são refletidos nas políticas e procedimentos habituais da organização.
Além disso, a TNC possui diretrizes claras sobre como atingir os mais altos padrões éticos e de conformidade, o que inclui políticas e procedimentos em conflitos de interesse; informações confidenciais; limitações com lobby; participações em eleições; relatos de violações suspeitas da lei ou da política (política de denúncia); oportunidades iguais de emprego; ações de diversidade; prevenção e relatos de assédio moral no trabalho; e gerenciamento de registros.
A TNC criou o departamento de Ética e Conformidade em 2004. Esse setor supervisiona áreas como treinamentos, desenvolvimento de política e procedimentos, avaliação de riscos e investigações por descumprimento das normas. Uma linha de ouvidoria (hotline) está disponível para que todos os empregados possam fazer relatórios anônimos ou inquéritos sobre questões relativas à conformidade. Um treinamento de cumprimento regular é oferecido para qualquer funcionário TNC, seus conselheiros e voluntários.

TNC

Lucas Prado Kallas -Brazil Minerals acerta transação com diamantes

lucas prado kallasA mineradora Brazil Minerals, baseada nos Estados Unidos, recebeu US$ 500 mil de dois compradores individuais norte-americanos como pagamento por diamantes polidos que serão entregues no período de um ano, conforme comunicado enviado ontem ao mercado. O mineral é produzido pela companhia no complexo Duas Barras, no Vale do Jequitinhonha.
De acordo com o comunicado, nos últimos dois meses a empresa recebeu cerca de US$ 1 milhão sem vender os estoques imediatos em operações bem-sucedidas, as quais foram levantados recursos para a compra de equipamentos de mineração para Duas Barras, além de outras finalidades.
O chief executive officer (CEO) da Brazil Minerals, Marc Fogassa, classificou, em nota, a transação com uma notícia excelente para a companhia. "Na verdade, tínhamos pedido US$ 250 mil, mas recebemos uma contraoferta de US$ 500 mil", observou.
Segundo ele, a operação dará condições para a empresa realizar algumas melhorias adicionais no complexo minerário do Vale do Jequitinhonha. Além disso, os recursos permitirão "acelerar" outras oportunidades estratégicas.
A Brazil Minerals detém 55% do capital da Mineração Duas Barras. O restante pertence a um grupo de investidores brasileiros. O ativo pertencia à companhia canadense Vaaldiam, que vendeu o projeto entre 2006 e 2007. A empresa mantém também projetos de exploração de vanádio, titânio, ferro e ouro.
Além da produção de diamantes, o complexo instalado às margens do rio Jequitinhonha conta com reservas de ouro. A companhia detém ainda um empreendimento, denominado Projeto Borba, no Amazonas. A jazida ainda não é operacional.
Mercado interno - No mês passado, a mineradora anunciou que realizou a primeira venda de diamante polido e cortado no mercado interno. Na ocasião, a empresa se limitou a informar que o comprador das pedras preciosas é uma grande joalheria regional, no mercado desde 1944 e com 11 lojas no Brasil.
Normalmente estes diamantes são exportados para os Estados Unidos para classificação e certificação no Instituto Gemológico da América (GIA, da sigla em inglês). Porém, a joalheria brasileira optou por comprar sem a certificação do instituto norte-americano.
Conforme o último balanço divulgado, a Brazil Minerals registrou prejuízo operacional de US$ 87,199 mil no terceiro trimestre de 2013, ante resultado negativo de US$ 153,461 mil no período anterior.
Já a receita bruta da companhia cresceu 83% na mesma base de comparação. O faturamento passou de US$ 145,619 mil no segundo trimestre de 2013 para US$ 266,070 mil no acumulado do terceiro trimestre do exercício passado.

Diário do Comércio

Lucas Prado Kallas -Brazil Minerals acerta transação com diamantes

lucas prado kallasA mineradora Brazil Minerals, baseada nos Estados Unidos, recebeu US$ 500 mil de dois compradores individuais norte-americanos como pagamento por diamantes polidos que serão entregues no período de um ano, conforme comunicado enviado ontem ao mercado. O mineral é produzido pela companhia no complexo Duas Barras, no Vale do Jequitinhonha.
De acordo com o comunicado, nos últimos dois meses a empresa recebeu cerca de US$ 1 milhão sem vender os estoques imediatos em operações bem-sucedidas, as quais foram levantados recursos para a compra de equipamentos de mineração para Duas Barras, além de outras finalidades.
O chief executive officer (CEO) da Brazil Minerals, Marc Fogassa, classificou, em nota, a transação com uma notícia excelente para a companhia. "Na verdade, tínhamos pedido US$ 250 mil, mas recebemos uma contraoferta de US$ 500 mil", observou.
Segundo ele, a operação dará condições para a empresa realizar algumas melhorias adicionais no complexo minerário do Vale do Jequitinhonha. Além disso, os recursos permitirão "acelerar" outras oportunidades estratégicas.
A Brazil Minerals detém 55% do capital da Mineração Duas Barras. O restante pertence a um grupo de investidores brasileiros. O ativo pertencia à companhia canadense Vaaldiam, que vendeu o projeto entre 2006 e 2007. A empresa mantém também projetos de exploração de vanádio, titânio, ferro e ouro.
Além da produção de diamantes, o complexo instalado às margens do rio Jequitinhonha conta com reservas de ouro. A companhia detém ainda um empreendimento, denominado Projeto Borba, no Amazonas. A jazida ainda não é operacional.
Mercado interno - No mês passado, a mineradora anunciou que realizou a primeira venda de diamante polido e cortado no mercado interno. Na ocasião, a empresa se limitou a informar que o comprador das pedras preciosas é uma grande joalheria regional, no mercado desde 1944 e com 11 lojas no Brasil.
Normalmente estes diamantes são exportados para os Estados Unidos para classificação e certificação no Instituto Gemológico da América (GIA, da sigla em inglês). Porém, a joalheria brasileira optou por comprar sem a certificação do instituto norte-americano.
Conforme o último balanço divulgado, a Brazil Minerals registrou prejuízo operacional de US$ 87,199 mil no terceiro trimestre de 2013, ante resultado negativo de US$ 153,461 mil no período anterior.
Já a receita bruta da companhia cresceu 83% na mesma base de comparação. O faturamento passou de US$ 145,619 mil no segundo trimestre de 2013 para US$ 266,070 mil no acumulado do terceiro trimestre do exercício passado.

Diário do Comércio

Lucas Prado Kallas -MINERAÇÃO realiza curso “Gerenciamento e Controle de Emergências na Mineração”

Lucas Prado KallasO Programa MINERAÇÃO promove nos dias 19 e 20 de março, em Criciúma (SC), a terceira edição do curso “Gerenciamento e Controle de Emergências na Mineração”. O objetivo do evento é transmitir conhecimento de qualidade a profissionais ligados ao atendimento às emergências e apresentar as tecnologias disponíveis no mercado para garantir eficiência nestas operações, seja nas unidades de plantas mineradoras ou industriais.

Segundo a Coordenadora do Programa, Cláudia Pellegrinelli, esse treinamento pretende usar conceitos básicos da metodologia utilizada para gerenciar as ações e os recursos destinados para as operações de resposta, por meio de uma estrutura organizacional com procedimentos e comunicações definidas nos Planos de Atendimento às Emergências (PAE).

Para ela, este é um assunto que tem apresentado uma demanda expressiva no setor mineral. “A ideia é levar a informação  a todas as empresas ligadas ao setor, de forma a igualar o nível de conhecimento em relação às questões de Saúde e Segurança do Trabalho (SST) na mineração”.  Segundo Cláudia, este é um curso direcionado aos profissionais responsáveis diretamente pelo atendimento às emergências e seu gerenciamento.

Segundo a Coordenadora do Programa, esta é uma forma indireta de apresentar o MINERAÇÃO para as mineradoras da região que ainda não são associadas. “Os riscos inerentes à mineração estão cada vez mais sendo objeto de atenção por parte das indústrias do setor. É necessário que todas as empresas estejam atualizadas em relação ao assunto no intuito de diminuir os acidentes de trabalho. O MINERAÇÃO proporciona condições para que todas as empresas de mineração do País possam dispor de meios para gerenciar seus riscos e desenvolver a cultura de segurança em suas operações de trabalho”, ressalta.

As inscrições podem ser realizadas pelo site www.programamineracao.org.br até o dia 11 de março. As vagas são limitadas a 20 participantes. Além dos associados, o público externo também pode participar.

A terceira edição do Curso conta com o apoio do Sindicato da Indústria de Extração de Carvão do Estado de Santa Catarina (SIECESC) e Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), além da parceria com a Fire&RescueGroup. O grupo foi escolhido para desenvolver e ministrar programas de treinamentos sobre controle de emergências voltado para o setor mineral, tanto em minas a céu aberto quanto nas subterrâneas.

Confira a agenda de cursos do Programa MINERAÇÃO:

Março:

28/03 - Fórum Compartilhando Boas Práticas

Abril:


29/04 – Palestra sobre e-Social

Maio:

22/05 – Mesa redonda- Tema “Álcool e Drogas”
30/05 – Fórum Compartilhando Boas Práticas

Junho:
03 a 06/06 – Curso de Formação de Instrutor de Câmara de Regúgio – Nível I – Belo Horizonte/MG

Agosto:
27 e 28/08 – Curso Busca e Resgate em Áreas Remotas Nível I – Belém/PA

Setembro:

24 e 25/09 – Curso Gerenciamento e Controle das Emergências na Mineração – Belo Horizonte/MG

Serviço:
Curso “Gerenciamento e Controle de Emergências na Mineração”
Local:Edifício do SINDICATO DA INDÚSTRIA CARBONÍFERA DE SANTA CATARINA (SIECESC)- Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina ( SATC)
Endereço: Rua Pascoal Meller, 73 - Bairro Universitário -Criciúma – Santa Catarina
Data: 19 e 20 de Março/2014
Horário: 9h às 18h
Mais informações: www.programamineracao.org.br

IBRAM - Profissionais do Texto

Lucas Prado Kallas -IBRAM participa de Seminário de Mineração Sustentável

Lucas Prado KallasO Diretor de Assuntos Ambientais do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM – www.ibram.org.br),Rinaldo Mancin, participará, nos dias 25 e 26 de março, do Seminário de Mineração Sustentável. O evento, promovido pela Revista Página sustentável, será realizado no Hotel Mercure, na cidade de São Paulo (SP). 
O objetivo é discutir as melhores práticas ambientais relacionadas à mineração e o papel desempenhado pelo setor na economia brasileira. Por meio do encontro, o setor pretende mostrar como a adoção de atitudes sustentáveis tem feito parte das ações de exploração mineraria em todo o País.
O público alvo das discussões são as mineradoras e siderurgias, profissionais das áreas de infraestrutura, consultorias de meio ambiente, fornecedores de equipamentos, associações, instituições financeiras, geólogos, centros de pesquisas, engenharias, escritórios de advocacia, órgãos ambientais, secretarias de planejamento, mineração e infraestrutura, empreendedores, construtoras, profissionais das áreas de meio ambiente/sustentabilidade, marketing e planejamento e demais interessados pelo assunto.
A gestão dos riscos ambientais no setor de mineração será o assunto discutido pelo Diretor de Assuntos Ambientais do IBRAM, Rinaldo Mancin, que apresentará um histórico de pauta ambiental no setor de mineração brasileiro, mostrará a importância da utilização de ferramentas de gestão de riscos, os mecanismos de verificação e preparação para atendimento às emergências ambientais e a questão da segurança e gestão de riscos em barragens de rejeitos.
Programação
O primeiro tema abordado será a gestão das emissões no setor de mineração, discutido pelo Diretor de Desenvolvimento Sustentável na Mineração do Ministério de Minas e Energia (MME), Edson Farias Mello. Em seguida, o assessor Técnico de Mineração do Governo do Estado de São Paulo, Marcos Koritiake, falará sobre Mineração Sustentável e o Diretor Técnico do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (IEMA), Elias Alberto Morgan sobre a redução de partículas de poeira do manejo de minerais.
O Chefe do Serviço de Novos Produtos Minerais do Centro de Tecnologia Mineral (Cetem), Francisco Mariano Souza Lima, tratará sobre as fontes energéticas renováveis aplicadas à mineração e o secretário de Meio Ambiente do Governo do Estado de Sergipe, Genival Nunes Silva, abordará a questão do licenciamento como ferramenta de gestão ambiental para o setor de mineração.
Já pesquisadora da Embrapa Cerrados, Lidiamar Albuquerque, tratará a questão da restauração ecológica de matas de galeria e ciliares por meio do processo de recuperação das matas ripárias e o Presidente da Associação Nacional dos Municípios Produtores (Anamup), Carlos Casteglione mostrará a relação entre o novo código de mineração e o seu impacto econômico.
O Pesquisador da Embrapa Solos, Silvio Tavares e o Diretor da Bioflora André Nave serão os responsáveis pelo painel “Aspectos Essenciais para Restauração Ecológica de Áreas Degradadas”, que falará sobre a escolha de espécies adequadas para a restauração florestal e os cuidados necessários durante as fases de implantação e manutenção. E, para finalizar o evento, o Diretor Técnico da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (FEPAM), Rafael Volquind, abordará as características essenciais dos Estudos de Impacto Ambiental.
Serviço:
Conferência Mineração Sustentável
Data: 25 e 26 de março
Local: São Paulo (SP)
Informações e inscrições: Podem ser realizadas pelos telefones (11) 3452-3155 e (11) 2339-3900 e pelo endereço eletrônico  atendimento@paginasustentavel.com.br.

IBRAM – Profissionais do Texto – com informações da assessoria do evento